"Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela se define pela sua missão. Somente uma definição clara da missão é razão de existir da organização e torna possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa."
Peter Drucker
A Missão de uma empresa mais do que um conjunto de palavras bem organizadas em um qradro pregado na entrada da empresa, deve ser a razão de ser, o motor, o foco dos principais projetos e principalmente deve ser entedível pelos seus gestores e colaboradores.
Endenter a Missão de uma empresa, não é interpretar como se interpreta uma frase, mas sim, conseguir identificar o que a empresa diz na missão no seu jeito de agir, de comunicar, de fazer netócios, dos seus gestores tratarem seus colaboradores, nos benefícios que oferece aos seus colaboradores, na escolha dos parceiros e fornecedores.
Tudo deve ser pensado para que a missão não vire piada na "rádio peão" - rede de comunicação informal entre os colaboradores - fornecedores, imprensa, formadores de opinião ou até mesmo concorrentes. Empresas que vivem verdadeiramente as suas missões conseguem muito mais do que atingir um grande objetivo, conseguem respeito e reconhecimento de todos os seus públicos.
O grande desafio está em colocar a missão na prática, afinal uma empresa é formada por pessoas, e pessoas não agem de forma previsível e padronizada. Para isso não existe receita, existem ações que devem ser feitas, sejam de forma sistematizadas, sejam de forma pontual.
E você, sabe qual é a missão da sua empresa? Acredita nela? Deixe seu comentário.
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sábado, 4 de dezembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
As melhorias na educação não dependem exclusivamente de mais dinheiro
A reflexão “NÃO BASTAM RECURSOS FINANCEIROS PARA A MELHORIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL” cabe muito bem em muitas áreas. Aliás, colocar a culpa em tudo que não funciona na falta de recurso financeiro é um erro muito grande e uma forma de mascarar os verdadeiros problemas. Infelizmente em épocas de eleição é comum os candidatos colocarem o problema de tudo na falta de investimentos financeiros. Em um país com níveis muito baixos de educação, este tipo de fala vira “verdade” quando chega aos ouvidos da grande massa de pessoas – que infelizmente não possui qualquer condição de avaliar e analisar este tipo de afirmação.
Voltando para o assunto educação, os textos (texto 1 e texto 2) deixam muito claro que é necessário planejar antes de se saber o valor financeiro para realizar a melhoria do sistema como um todo. E que também não será um processo rápido (que infelizmente parece que vai ser resolvido num passe de mágica quando os candidatos fazem as promessas no período eleitoral).
Para criticar a educação no Brasil, é necessário entender a evolução que houve durante os anos, principalmente quando houve o processo de inclusão das pessoas nas escolas, ou seja, a escola deixou de ser para poucos para ser para todos. Com esse grande aumento de demanda, não houve o planejamento para articular os encaminhamentos que deveriam ocorrer antes e durante o processo de inclusão. Com isso o que sobrou foi administrar problemas, ou seja, o impacto de uma decisão sem um planejamento articulado causa problemas, que neste caso, estão sendo tratados até hoje.
Os textos propõem diversas áreas e ações que deveriam e que devem ser contemplados daqui pra frente, mas é óbvio que não existe uma receita única, uma fórmula mágica para resolver todos os problemas da educação no Brasil ou em qualquer outro lugar. É importante fundamentar-se no que já foram realizados em outros países, alguns com perfil semelhante ao do Brasil e outros que nem tanto, para atingir um plano que produza efeitos significativos.
Um dos pontos relevantes para a morosidade na melhoria da educação é a divergência de idéias, concepções e interesses das entidades, empresas, instituições e pessoas envolvidas no processo. Será muito difícil definir um plano para o avanço na educação brasileira que satisfaça todos os envolvidos neste processo. Isso se refere a linhas conceituais dos mestres e doutores, sindicatos (que por muitas vezes priorizam uma minoria para prejudicar algo muito maior – que é o processo educativo brasileiro), enfim, para que as melhorias ocorram todos terão que ceder alguma coisa.
O que um professor concursado, que possui estabilidade de emprego, garantia de aposentadoria integral, limites de faltas anuais, salário em dia... Vai pensar se tudo isso estiver arriscado? O que um professor diria se soubesse que poderia perder isso? Poucos abririam mão desse pacote de benefícios para um bem maior, algo com remuneração por desempenho por exemplo. Conversei com dois professores que estão neste perfil (são colegas meus, não sei se são bons ou maus profissionais), embora, os dois não se conheçam, quando falei de uma mudança dessas, a afirmação foi exatamente a mesma: Isso não é justo!
Eu pergunto: É justo o Brasil possuir escolas com qualidade tão baixa? É justo crianças irem para a escola e o professor não estar lá para lecionar? É justo um profissional que não teve o menor comprometimento com o seu trabalho receber uma aposentadoria integral enquanto a maioria da população não possui isso? É justo os estudantes brasileiros possuírem uma das piores notas em todas as avaliações internacionais? Para mim a resposta para todas essas perguntas é não.
Quando se quer agradar a todos, não se consegue agradar a ninguém. Não quero colocar o problema de tudo no professor, aliás, os textos deixam muito claro isso. Existem problemas de infra-instrutora, falta de material de apoio, recursos físicos, segurança... O que quero destacar é que independente do que for feito, não irá agradar a todos. Todos irão “perder” alguma coisa para um bem maior e de mais pessoas, este será um dos preços para a educação brasileira sair da situação caótica que se encontra atualmente.
Os textos apontam muitas ações que não são novidade no universo corporativo – onde a concorrência se encarrega de pressionar e punir quem não cumpre com o mínimo de qualidade – mas que quando falamos em educação, parecem novidades, coisas “impossíveis de se fazer”, como priorização de investimentos, incentivos aos professores, reorganização dos sistemas de ensino, implantação de metas e avaliação.
A escola precisa ser uma empresa interessante para as pessoas, os bons profissionais precisam ter interesse em seguir carreira em escolas, para isso o cenário tem que mudar muito. Ainda existe o mito que a carreira escolar é segunda linha, ou seja, as pessoas buscam o que há de melhor. O que sobra para a educação?
A minha esperança é que a educação realmente seja priorizada pelos candidatos à presidência do Brasil, que as pessoas envolvidas no processo decisório realmente estejam comprometidas com um bem maior, que estejam comprometidas em mudar a situação, em melhorar a educação neste gigante que é o Brasil.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O quem vem antes do marketing de relacionamento
As empresas de prestação de serviço estão cada vez mais investindo e inovando para diferenciar-se uma das outras. Afinal, prédios e equipamentos por muitas vezes podem ser similares ou apresentarem poucos diferenciais. Afinal, uma empresa de serviços depende, e muito, de pessoas.
As escolas são empresas de serviço, ou seja, dependem de pessoas para entregar o que vende aos seus clientes. Sendo assim a mudança ou a rotatividade de pessoas pode comprometer a qualidade do serviço prestado pela instituição.
É muito comum ver empresas de outros segmentos fazendo campanhas para captar talentos, no segmento educacional isso ainda não acontece, ou se acontece é um movimento muito fraco. Ainda falta às escolas assumirem que dependem das pessoas e buscarem os melhores e/ou fazer todo esforço para manter o que considera melhor. Fazendo uma analogia entre empresas que fabricam equipamentos, uma escola que possui ótimos profissionais, é o mesmo que uma indústria que possui as melhores máquinas.
Sendo as pessoas a chave do sucesso de uma escola, o primeiro ponto importante é ser interessante para os melhores profissionais, para isso a escola deve possuir um conjunto de atributos reconhecidos pelos profissionais da área educacional.
Levando em consideração que não é só pagar bem, a escola precisa profissionalizar-se para disponibilizar benefícios de forma sistemática, ações isoladas normalmente não apresentam resultados consistentes.
A remuneração por metas é uma boa prática para compor o sistema de atributos de uma escola. É uma maneira de motivar os funcionários e ao mesmo tempo entregar algo de valor em troca dos bons resultados. Embora a prática já esteja consagrada em outras áreas, as escolas ainda não incorporaram este tipo de prática.
Como disse anteriormente, a escola precisa sistematizar para isso nada melhor que a criação de um comitê onde os seus ativos (colaboradores, funcionários, empregados ou como queira chamar) tenham voz ativa nos encaminhamentos que a escola irá tomar no futuro. Isso é ser transparente e manter uma gestão participativa, também é uma prática estabelecida em outros segmentos, mas que nas escolas ainda deve ser superada.
Paralelamente a organização da “casa” ações de marketing devem ser realizadas, afinal, as contas continuam chegando e a pressão externa está cada vez maior. Um tipo de ação que precisa ser incorporado é a Promoção. Escolas precisam fazer promoção e não devem ter medo de comunicar isso aos seus clientes.
Agora temos duas palavras que as escolas precisam incorporar: promoção e cliente. Sim os estudantes, os responsáveis são clientes das escolas, assim como um banco ou uma padaria possui clientes, a escola precisa de clientes para manter-se, para crescer. A utilização desses termos é um marco, uma ruptura em ser escola e ser empresa. As escolas precisam ver-se como empresas. Parece óbvio, mas este é mais um ponto que precisa ser superado.
Não existe receita mágica ou fórmula secreta, o que se precisa é tirar a cabeça do buraco, olhar o que grandes empresas fazem e aprender com elas. A lição que fica é que se deve profissionalizar sem perder a essência de que é ser escola.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Obama ganha Nobel da Paz 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Pérolas do Enem
Não sei se esse conteúdo é verídico, mas é muito engraçado e ao mesmo tempo trágico.
As Tags escolhidas para este conteúdo foram:
Reflexão: Reflita e ria sobre e deste conteúdo
Viver melhor: Você vai conseguir viver melhor se essas pessoas forem trabalhar nos seus concorrentes.
As pérolas do ENEM 2009
O tema da redação do Enem 2009 foi Aquecimento Global, e como acontece todo ano, não faltaram preciosidades. Lá vão:
1) "o problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta." (percussão e estalos. Vai ficar animado o negócio)
2) "A amazônia é explorada de forma piedosa." (boa)
3) "Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar planeta." (tamo junto nessa, companheiro. Mais juntos, impossível)
4) "A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu." (e na velocidade 5!)
5) "Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta." (pra deixar bem claro o tamanho da destruição)
6) "O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação." (pleonasmo é a lei)
7) "Espero que o desmatamento seja instinto." (selvagem)
8) "A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo." (o verdadeiro milagre da vida)
9) "A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta." (também fiquei emocionado com essa)
10) "Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis." (todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável)
11) "Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas." (esqueceu que também ficam sem o home theater e os dvd's da coleção do Chaves)
12) "Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna." (amém)
13) "Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza." (e as renováveis?)
14) "A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica." (deve ser culpa da morte ecológica)
15) "A amazônia tem valor ambiental ilastimável." (ignorem, por favor)
16) "Explorar sem atingir árvores sedentárias." (peguem só as que estiverem fazendo caminhadas e flexões)
17) "Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia." (o quê?)
18) "Paremos e reflitemos." (beleza)
19) "A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas." (onde está o Guarda Belo nessas horas?)
20) "Retirada claudestina de árvores." (caráulio)
21) "Temos que criar leis legais contra isso." (bacana)
22) "A camada de ozonel." (Chris O'Zonnell?)
23) "a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor." (a solução é colocar lá o pessoal da Zorra Total pra cortar árvores)
24) "A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas sem coração." (para fabricar o papel que ele fica escrevend asneiras)
25) "A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável." (campeão da categoria "maior enchedor de lingüiça")
26) "Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação." (NÃO!)
27) "Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises." (gênio da matemática)
28) "A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes." (red bull neles - dizem as árvores)
29) "O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório" (ótima)
30) "O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando." (subindo!)
31) "Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc." (deve ser a globalização)
32) "Convivemos com a merchendagem e a politicagem." (gzus)
33) "Na cama dos deputados foram votadas muitas leis." (imaginem as que foram votadas no banheiro deles)
34) "Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia." (oh god)
35) "O que vamos deixar para nossos antecedentes?" (dicionários)
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Reflexão: Reflita e ria sobre e deste conteúdo
Viver melhor: Você vai conseguir viver melhor se essas pessoas forem trabalhar nos seus concorrentes.
As pérolas do ENEM 2009
O tema da redação do Enem 2009 foi Aquecimento Global, e como acontece todo ano, não faltaram preciosidades. Lá vão:
1) "o problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta." (percussão e estalos. Vai ficar animado o negócio)
2) "A amazônia é explorada de forma piedosa." (boa)
3) "Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar planeta." (tamo junto nessa, companheiro. Mais juntos, impossível)
4) "A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu." (e na velocidade 5!)
5) "Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta." (pra deixar bem claro o tamanho da destruição)
6) "O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação." (pleonasmo é a lei)
7) "Espero que o desmatamento seja instinto." (selvagem)
8) "A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo." (o verdadeiro milagre da vida)
9) "A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta." (também fiquei emocionado com essa)
10) "Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis." (todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável)
11) "Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas." (esqueceu que também ficam sem o home theater e os dvd's da coleção do Chaves)
12) "Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna." (amém)
13) "Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza." (e as renováveis?)
14) "A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica." (deve ser culpa da morte ecológica)
15) "A amazônia tem valor ambiental ilastimável." (ignorem, por favor)
16) "Explorar sem atingir árvores sedentárias." (peguem só as que estiverem fazendo caminhadas e flexões)
17) "Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia." (o quê?)
18) "Paremos e reflitemos." (beleza)
19) "A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas." (onde está o Guarda Belo nessas horas?)
20) "Retirada claudestina de árvores." (caráulio)
21) "Temos que criar leis legais contra isso." (bacana)
22) "A camada de ozonel." (Chris O'Zonnell?)
23) "a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor." (a solução é colocar lá o pessoal da Zorra Total pra cortar árvores)
24) "A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas sem coração." (para fabricar o papel que ele fica escrevend asneiras)
25) "A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável." (campeão da categoria "maior enchedor de lingüiça")
26) "Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação." (NÃO!)
27) "Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises." (gênio da matemática)
28) "A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes." (red bull neles - dizem as árvores)
29) "O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório" (ótima)
30) "O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando." (subindo!)
31) "Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc." (deve ser a globalização)
32) "Convivemos com a merchendagem e a politicagem." (gzus)
33) "Na cama dos deputados foram votadas muitas leis." (imaginem as que foram votadas no banheiro deles)
34) "Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia." (oh god)
35) "O que vamos deixar para nossos antecedentes?" (dicionários)
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
O caminho das pedras escorregadias da educação no Brasil
Hoje (04/09/2009) logo na home do site do estado está a matéria "1 em cada 4 futuros professores do País se forma em cursos ruins". No geral a matéria tenta explicar os motivos da baixa qualidade da educação no Brasil.
Segundo a reportagem, a quantidade de cursos de ruins de pedagogia aumentou de 28,8% para 30,1%. São 284 mil pessoas estudando para ensinar – pela porcentagem são 85.484 pessoas com a pior qualificação e “prontas” para o mercado de trabalho. Será que essas pessoas realmente têm interesse em ensinar alguma coisa para alguém? A resposta pode ser: algumas, muitas, enfim, pode haver muitas respostas sem fundamento. Para mim, a resposta é POUCAS.
Poucas pessoas realmente têm noção do desafio que é ensinar. Ser professor não é só trabalhar para receber o salário no final do mês, é uma MISSÃO! Claro que não é assim que a maioria enxerga. Nessa reflexão não penso em encontrar culpados por esse ou aquele problema, até porque a própria sociedade não valoriza o professor, até porque o governo não valoriza o professor, ninguém valoriza o professor!
Não tenho nenhum instrumento para comprovar meus questionamentos, nada além do que vejo e ouço em escolas, congressos, eventos... enfim, lugares onde existem pessoas ligadas à educação.
Muitas coisas precisam mudar para a educação no Brasil melhorar (até rimou), e uma delas é a qualidade dos cursos oferecidos pelas Faculdades e Universidades do Brasil, enquanto a formação dos professores for vista como mais um curso que gera receita para as faculdades, a coisa não vai sair do lugar, não vai adiantar o governo injetar milhões e milhões, a mudança não pode ser comprada como se fosse um produto em exposição na vitrine da Daslu, o primeiro passo é o próprio governo repensar os critérios de avaliação dessas faculdades, o outro é repensar a forma dos concursos, pois muitos professores ruins estudam muito para passar em concursos e conquistar a estabilidade, ou seja, essa pessoa não esta ligando em nada para a educação, está ligando para uma estabilidade e todos os seus benefícios.
O desafio é muito grande e talvez a concretização dessa missão fique para nossos netos ou bisnetos fazer acontecer.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Proposta para liberação do cultivo caseiro da maconha, uma reflexão “mercadológica”
O deputado Paulo Teixeira do PT (Partido dos Trabalhadores) pretende apresentar até o final deste ano (2009) um projeto para que entre outras coisas, pretende liberar o cultivo caseiro de maconha.
“Queremos abrandar as penas ao pequeno usuário, retirando-o da órbita penal”, explica Teixeira. “Não se trata de legalizar drogas, mas de regulamentar o assunto e não deixar o consumidor se ligar à criminalidade. Passaremos a vê-lo como necessitado de tratamento”, acrescenta.
Caso isso aconteça, alguém terá que vender sementes e mudas de maconha, vai ser um estouro de abertura de casas especializadas nesse tipo de negócio. As floriculturas irão migrar para um novo modelo de negócio. Para os empreendedores de plantão, é bom acompanhar todas as notícias sobre este assunto bem de perto. Imagine só, sementes ou mudas de maconha jamaicana, indiana, americana... Fora a possibilidade de enxerto (não sabe o que é enxerto? Clique aqui).
Claro que o cultivo caseiro é apenas um passo. A possibilidade da liberação aponta para coisas do tipo casas especializadas em consumo de maconha – similar ao que acontece na Holanda. Acredito que essa medida irá enfraquecer o crime organizado, não será a solução para todos os problemas, mas é uma medida.
O cultivo é um dos passos para o consumo. Os usuários estão acostumados a comprar o produto pronto para o uso, mas o processo envolve mais etapas. Isso abre ainda mais este possível novo mercado, alguém terá que vender kits e cartilhas de como preparar a erva para o consumo. Será uma possibilidade para diversos mercados, da classe A++ até a E. Continuando a reflexão sobre as possibilidades, a erva poderá ser consumida com blends (misturas), igual ao que já ocorre com o café.
Se o cigarro já rende fortunas ao governo, imagine o que este novo mercado irá render! Claro que tudo tem o outro lado da moeda. O cigarro rende muito, mas custa muito para o governo, pois os fumantes desenvolvem doenças e seus tratamentos em grande parte são bancados pelo governo. No caso da liberação da maconha, logo o governo terá que bancar o tratamento de viciados, mas isso também abre uma porta para mais negócios e mais dinheiro no mercado formal. Agora serão as Ongs que terão uma nova missão e uma nova oportunidade, o tratamento de viciados em maconha. E quando caímos em Ongs, temos a chance de arrecadar dinheiro fora do Brasil. Segundo o filme “Quanto vale ou é por quilo”, uma pessoa atendida em uma Ong gera cinco empregos. O surgimento de um grande volume de viciados irá contribuir para a diminuição do desemprego e para a preparação de pessoas especializadas no tratamento de viciados – olha mais um nicho de negócio para faculdades ou empresas especializadas em treinamento.
O INSS irá bancar as pessoas afastadas para o tratamento do vício da maconha? Bom, isso será um prato cheio na mão dos advogados. Se o governo liberar o consumo, será responsável por todas as conseqüências disso? Empresas de recolocação terão a oportunidade de vender cursos para recolocar ex-viciados no mercado de trabalho, inclusive nas Ongs especializadas que irão surgir. É o aquecimento da economia à custa da desgraça de muitos – a evolução tende a ser assim, veja as evoluções que temos com as guerras.
Existem muitos pontos que devem ser analisados, mas a liberação certamente é uma oportunidade para a economia formal e uma ação para enfraquecer o crime organizado. É uma oportunidade para o governo não criar novos impostos para as movimentações bancárias, pois os produtos relacionados com o consumo da maconha poderão vir com uma carga tributária ainda maior que as do cigarro, se esse dinheiro for utilizado da forma correta, o governo terá muito mais dinheiro para administrar do que com a criação de impostos de movimentações bancárias.
Para uma análise profunda e coesa é preciso muito estudo e aprender com quem já adotou algo parecido, ver o deu certo e o que deu errado, analisar os prós e os contras. Em Portugal, o consumo caiu 10%. Na Holanda, acredita-se que o crime organizado encontrou uma possibilidade de abastecer outros mercados, como a Inglaterra. A Inglaterra por sua vez, acabou liberando o cultivo caseiro e contribuiu para enfraquecer o crime organizado que existe na Holanda.
Neste momento, a única coisa que deve ser vista com desconfiança, é a posição inflexível de algumas pessoas, como é o caso de Romeu Tuma. Quais são os argumentos para tanta inflexibilidade? Existe algum interesse por trás de tanta inflexibilidade? Enfim, gostaria de saber o que Romeu Tuma argumenta para manter as coisas como estão.
“Queremos abrandar as penas ao pequeno usuário, retirando-o da órbita penal”, explica Teixeira. “Não se trata de legalizar drogas, mas de regulamentar o assunto e não deixar o consumidor se ligar à criminalidade. Passaremos a vê-lo como necessitado de tratamento”, acrescenta.
Caso isso aconteça, alguém terá que vender sementes e mudas de maconha, vai ser um estouro de abertura de casas especializadas nesse tipo de negócio. As floriculturas irão migrar para um novo modelo de negócio. Para os empreendedores de plantão, é bom acompanhar todas as notícias sobre este assunto bem de perto. Imagine só, sementes ou mudas de maconha jamaicana, indiana, americana... Fora a possibilidade de enxerto (não sabe o que é enxerto? Clique aqui).
Claro que o cultivo caseiro é apenas um passo. A possibilidade da liberação aponta para coisas do tipo casas especializadas em consumo de maconha – similar ao que acontece na Holanda. Acredito que essa medida irá enfraquecer o crime organizado, não será a solução para todos os problemas, mas é uma medida.
O cultivo é um dos passos para o consumo. Os usuários estão acostumados a comprar o produto pronto para o uso, mas o processo envolve mais etapas. Isso abre ainda mais este possível novo mercado, alguém terá que vender kits e cartilhas de como preparar a erva para o consumo. Será uma possibilidade para diversos mercados, da classe A++ até a E. Continuando a reflexão sobre as possibilidades, a erva poderá ser consumida com blends (misturas), igual ao que já ocorre com o café.
Se o cigarro já rende fortunas ao governo, imagine o que este novo mercado irá render! Claro que tudo tem o outro lado da moeda. O cigarro rende muito, mas custa muito para o governo, pois os fumantes desenvolvem doenças e seus tratamentos em grande parte são bancados pelo governo. No caso da liberação da maconha, logo o governo terá que bancar o tratamento de viciados, mas isso também abre uma porta para mais negócios e mais dinheiro no mercado formal. Agora serão as Ongs que terão uma nova missão e uma nova oportunidade, o tratamento de viciados em maconha. E quando caímos em Ongs, temos a chance de arrecadar dinheiro fora do Brasil. Segundo o filme “Quanto vale ou é por quilo”, uma pessoa atendida em uma Ong gera cinco empregos. O surgimento de um grande volume de viciados irá contribuir para a diminuição do desemprego e para a preparação de pessoas especializadas no tratamento de viciados – olha mais um nicho de negócio para faculdades ou empresas especializadas em treinamento.
O INSS irá bancar as pessoas afastadas para o tratamento do vício da maconha? Bom, isso será um prato cheio na mão dos advogados. Se o governo liberar o consumo, será responsável por todas as conseqüências disso? Empresas de recolocação terão a oportunidade de vender cursos para recolocar ex-viciados no mercado de trabalho, inclusive nas Ongs especializadas que irão surgir. É o aquecimento da economia à custa da desgraça de muitos – a evolução tende a ser assim, veja as evoluções que temos com as guerras.
Existem muitos pontos que devem ser analisados, mas a liberação certamente é uma oportunidade para a economia formal e uma ação para enfraquecer o crime organizado. É uma oportunidade para o governo não criar novos impostos para as movimentações bancárias, pois os produtos relacionados com o consumo da maconha poderão vir com uma carga tributária ainda maior que as do cigarro, se esse dinheiro for utilizado da forma correta, o governo terá muito mais dinheiro para administrar do que com a criação de impostos de movimentações bancárias.
Para uma análise profunda e coesa é preciso muito estudo e aprender com quem já adotou algo parecido, ver o deu certo e o que deu errado, analisar os prós e os contras. Em Portugal, o consumo caiu 10%. Na Holanda, acredita-se que o crime organizado encontrou uma possibilidade de abastecer outros mercados, como a Inglaterra. A Inglaterra por sua vez, acabou liberando o cultivo caseiro e contribuiu para enfraquecer o crime organizado que existe na Holanda.
Neste momento, a única coisa que deve ser vista com desconfiança, é a posição inflexível de algumas pessoas, como é o caso de Romeu Tuma. Quais são os argumentos para tanta inflexibilidade? Existe algum interesse por trás de tanta inflexibilidade? Enfim, gostaria de saber o que Romeu Tuma argumenta para manter as coisas como estão.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Relatórios de inflação
Existem muitos serviços que fornecem informações sobre a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), alguns pagos, como é o caso do monitor da FGV outros gratuitos (que normalmente não são confiáveis) e existe ainda o site oficial do Banco Central do Brasil.
No site do Banco Central do Brasil é possível acessar relatórios de inflação dos últimos dez anos. Além de ser um canal confiável, os relatórios disponibilizam detalhes que outros canais não oferecem.
Entenda como é medido o IPCA (site do UOL)
Acesse o site oficial do Banco Central do Brasil
Acesse os relatórios de inflação no site do Banco Central do Brasl
No site do Banco Central do Brasil é possível acessar relatórios de inflação dos últimos dez anos. Além de ser um canal confiável, os relatórios disponibilizam detalhes que outros canais não oferecem.
Entenda como é medido o IPCA (site do UOL)
Acesse o site oficial do Banco Central do Brasil
Acesse os relatórios de inflação no site do Banco Central do Brasl
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Marley e eu
"...Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. E realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não...."
Trecho do livro Marley e eu (Marley & me)
terça-feira, 21 de julho de 2009
Quando menos é mais
Apple com IPhone e Research In Motion (RIM) com os BlackBerries vendem 3% dos celulares do mundo todo. Já quando o assunto é lucro, elas possuem 35% do volume de dinheiro em venda de celulares.
As margens são muito maiores que dos demais fabricantes (Nokia, Motorola, LG, Samsung...). No livro "A Cabeça de Steve Jobs" existem alguns números da margem de lucro da Apple em um computador e a margem da Dell. A Dell tem que vender muitos computadores para atingir o mesmo valor que a Apple consegue em apenas um.
Posicionamento de mercado puro. É o conceito que o livro "Estratégia do oceano azul" apresenta. A Apple e a RIM não concorrem com os demais fabricantes, elas vendem coisas diferentes dos demais, o valor do que estão vendendo não está no aparelho, está no que a marca representa para os consumidores e o que representa possuir um aparelho fabricado por essas duas empresas.
Eu continuo com o meu Nokia, mas tem horas que penso em um iPhone. Talvez quando a câmera do iPhone melhorar, seja a hora de migrar.
As margens são muito maiores que dos demais fabricantes (Nokia, Motorola, LG, Samsung...). No livro "A Cabeça de Steve Jobs" existem alguns números da margem de lucro da Apple em um computador e a margem da Dell. A Dell tem que vender muitos computadores para atingir o mesmo valor que a Apple consegue em apenas um.
Posicionamento de mercado puro. É o conceito que o livro "Estratégia do oceano azul" apresenta. A Apple e a RIM não concorrem com os demais fabricantes, elas vendem coisas diferentes dos demais, o valor do que estão vendendo não está no aparelho, está no que a marca representa para os consumidores e o que representa possuir um aparelho fabricado por essas duas empresas.
Eu continuo com o meu Nokia, mas tem horas que penso em um iPhone. Talvez quando a câmera do iPhone melhorar, seja a hora de migrar.
Veja também
terça-feira, 14 de julho de 2009
Tem coisas que me irritam muito
Meu comentário sobre o texto publicado no WebInsider - http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/05/28/montando-aulas/
Esse discurso é o que menos se precisa em educação no Brasil. Todos passam a culpa para o outro. São os estudantes que não prestam, depois é o governo, depois o professor e ai está o ciclo vicioso em que vivemos.
Se cada um não assumir a sua responsabilidade, vai ficar assim. Pessoas com diploma de mestres e doutores discutindo de quem é a culpa.
É deprimente ver que uma pessoa estuda para escrever algo como este seu texto. Chega ser insano. Para dar aula não é só fazer um mestrado ou doutorado, é preciso como em qualquer outra profissão, ter VOCAÇÃO.
O problema é que muitos mestres e doutores estudam detalhes como o nascimento de pêlo nos ratos da Índia. Não enriquece em nada a sociedade, são estudos para encher lingüiça. E pior ainda, não estão preocupados em estudar as teorias relacionadas ao processo de ensino-aprendizagem. E ai, o mestre para proteger-se de suas próprias fraquezas, coloca a culpa em quem? Claro no processo, na faculdade no estudante. Fácil assim.
Não adianta colocar a culpa no governo do Brasil. É a mesma coisa nos Estados Unidos, Inglaterra, Espanha...
O que precisa é que cada um assuma a sua parte e FAÇA!
Esse discurso é o que menos se precisa em educação no Brasil. Todos passam a culpa para o outro. São os estudantes que não prestam, depois é o governo, depois o professor e ai está o ciclo vicioso em que vivemos.
Se cada um não assumir a sua responsabilidade, vai ficar assim. Pessoas com diploma de mestres e doutores discutindo de quem é a culpa.
É deprimente ver que uma pessoa estuda para escrever algo como este seu texto. Chega ser insano. Para dar aula não é só fazer um mestrado ou doutorado, é preciso como em qualquer outra profissão, ter VOCAÇÃO.
O problema é que muitos mestres e doutores estudam detalhes como o nascimento de pêlo nos ratos da Índia. Não enriquece em nada a sociedade, são estudos para encher lingüiça. E pior ainda, não estão preocupados em estudar as teorias relacionadas ao processo de ensino-aprendizagem. E ai, o mestre para proteger-se de suas próprias fraquezas, coloca a culpa em quem? Claro no processo, na faculdade no estudante. Fácil assim.
Não adianta colocar a culpa no governo do Brasil. É a mesma coisa nos Estados Unidos, Inglaterra, Espanha...
O que precisa é que cada um assuma a sua parte e FAÇA!
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